Tecnologia Assistiva – Por Guilherme Guimbala Junior

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Como diversos avanços da medicina, nossas expectativas de vida aumentaram muito no último século. Novas tecnologias avançam para devolver a boa funcionalidade de órgãos vitais. As pesquisas  com células tronco são evidências inegáveis deste avanço. Coma população mundial envelhecendo e 15% de portadores de alguma deficiência, as tecnologias assistivas são um diferencial na vida destas pessoas.

Devolvem a dignidade e matos simples, como tomar um banho, usar um computador ou se locomover pela casa. Para quem não tem sensibilidade e nem um pouco de humanidade, pode parecer pouca coisa, mas na vida de quem precisa destas adaptações faz uma enorme diferença. Em Joinville, o curso de Terapia Ocupacional da ACE, desde 2007,é pioneiro nessas tecnologias, único no Estado de Santa Catarina. Nona profissão do século na escala do Job Americano atua nas áreas de reabilitação em neurologia, traumatologia, pediatria e saúde mental e, em 2015,fez mais de 12 mil atendimentos na clínica escola.

A tecnologia assistiva é uma das linhas matriciais do curso de Terapia Ocupacional, seguindo as políticas de acessibilidade em âmbito  nacional e municipal. Supervisores e acadêmicos desenvolvem projetos de mobiliário em PVC, andadores, cadeiras de banho e motocas para crianças e adolescentes.

Outro importante projeto desenvolvido pelo curso é a casa  inteligente, um software com comando de voz integrado a um computador para acender e apagar a luz das residências, além de outros aplicativos para facilitar a vida dos pacientes. De relevância estimável para o ambiente escolar, o curso de Terapia Ocupacional desenvolveu recursos para a educação inclusiva, possibilitando que a criança com deficiência possa integrar-se as atividades de informática, sem constrangimento no manuseio do mouse, componente que permite o acesso às redes de navegação.

Outro elemento importante na educação inclusiva é a adaptação de brinquedos e brincadeiras, possibilitando desenvolver campos relacionais e as habilidades motoras e intelectuais. Quem atua na área social e tem a real dimensão destes projetos entende porque tanto americanos quanto europeus têm na Terapia Ocupacional uma profissão de extrema importância e muito necessária.

 

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Guilherme Guimbala Junior
Professor 

 

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