ARTIGO – Nas mãos do Pai!


 

 

Durante meses João e Maria sonhavam com a visita ao Beto Carrero. Aquele sábado prometia… Na chegada, os pais lhe deram alguns trocados, insistindo que gastassem com responsabilidade. Teriam a liberdade de curtir o parque por conta própria. Somente duas regras. Deveriam ficar juntos, de maneira nenhum afastar-se do outro. Também, ao meio-dia, chegar na praça de alimentação, onde almoçariam juntos. João e Maria quase não acreditaram na notícia. Podemos passear sozinhos? Podemos brincar com o que quisermos, sem controle? Caramba! Dispararam com o mapa na mão, escolhendo o primeiro brinquedo. Os pais ficaram abraçadinhos num banco, curtindo o momento. As crianças correram o parque de ponta a ponta. Pouco antes do meio dia, dentro do compromisso, estavam na praça. Os pais já estavam lá aguardando. Antes do encontro, João perguntou à Maria: Será que devemos contar a eles que comprei um boné, mas esqueci na sorveteria? Maria continuou: E, aquele homem estranho – suspeito de chapéu, com óculos escuros – sempre nos espiando… Vamos contar? Eles, com certeza, ficarão preocupados e não nos deixarão mais sozinhos.

 

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Ao sentarem à mesa, a mãe perguntou: Então, tudo bem? Aproveitaram a manhã? Sem muita empolgação, João disse: Sim! A mãe emendou dizendo que também aproveitou, colocando o boné sobre a mesa. Ela disse: Fui à sorveteria e achei sobre o banco um boné. Perguntei, mas ninguém se manifestou como dono. Pedi ao dono do estabelecimento levar o boné ao meu filho. Ninguém questionou. João agradeceu o presente. Maria ficou calada. Assim, agora juntos, curtiram o restante do dia. Alguns anos mais tarde, faxinando a garagem, Maria encontrou um chapéu muito estranho. Ligou, então, ao irmão, que já estava na universidade: Mano! Lembra aquele dia no Beto Carrero… Aquela figura estranha que nos espreitava em todos os cantos? Sim! Disse ele. Até me arrepio… Pois, então… Era o papai! Achei o chapéu dele escondido na garagem. Ambos deram uma “baita” gargalhada. Na verdade, eles tiveram toda a liberdade, mas os pais, à distância, estavam de olho, acompanhando. Será que o nosso Pai Celeste, tal qual papai e mamãe de João e Maria, também está constantemente nos vigiando, em amor? Leia o Salmo 139, em especial o versos 7 a 10.

 

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