ARTIGO – Entre os Jardins…

entre os jardins

 

Não sabemos exatamente onde o corpo de Jesus foi sepultado. Segundo o Evangelista João, foi num jardim. No mesmo lugar, Jesus foi crucificado, sepultado e ressuscitou. Não há como separar a crucificação da ressurreição. Quando Jesus morreu o céu escureceu. Também, os corações que nele puseram sua esperança ficaram em trevas, inconformados, desolados, sem esperança, quase destruídos. Foi um grande golpe, apesar de Jesus ter prevenido seus discípulos, mais de uma vez, sobre o que viria a acontecer. E, ironicamente, apenas dois fariseus, José de Arimateia e Nicodemos, que simpatizavam com o ensino de Jesus, procuraram Pilatos e os líderes religiosos, pedindo o corpo do Mestre.

 

Descendo-o da cruz, prepararam o seu sepultamento, colocando-o em seguida no túmulo. Todos os demais seguidores estavam sem forças para mostrar qualquer reação à situação. Há muito para aprender do episódio da morte e sepultamento de Jesus. O pecado original, segundo o livro de Gênesis, também aconteceu num jardim que era perfeito, no Éden. Deus teve que interditar o jardim. Seus dois moradores, Adão e Eva, foram expulsos de lá. Agora, porém, Jesus inaugura um novo jardim e uma sepultura nunca antes usada, onde foram enterrados todos os pecados da humanidade. Nesse jardim começou-se a desvendar o mistério.

 

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A lei, cumprida por Jesus, representada por José e Nicodemos, foi enterrada como instrumento de salvação. Nicodemos deve ter entendido de uma vez por todas o que é nascer de novo (João 3.1-16). Lembre-se que você é descendente de Adão, sujeito ao mesmo mal, chamado pecado. Por isso, aceite o desafio de Jesus a Nicodemos: Você precisa nascer de novo! Entrega seus pecados a Jesus. Permita que ele os enterre na sua sepultura. Só assim você poderá experimentar a verdadeira PÁSCOA.

 

Por: Euclécio Schieck

 

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