ARTIGO – Da cerveja à fé…

 cerveja

 

Dos passeios na internet fiz uma descoberta, que não imaginava, a qual me levou a escrever e compartilhar. Não existe unanimidade quanto à ordem exata… Mas, as cinco bebidas mais consumidas no mundo são água, café, chá, leite e – pasmem – CERVEJA. Como descendente sei que a bebida típica do alemão é a cerveja. Todavia, não se enganem. Ela é originária da Suméria (6000 a.C.).

Enfim, ela é a bebida alcóolica mais consumida – não só no Brasil – mas no mundo. Em séculos passados, na Alemanha, era considerada alimento, conhecida como “pão líquido”. Dizem até que Catarina, esposa de Martinho Lutero, era cervejeira. Assim, mantinha a sua mesa, com dúzia de hóspedes, em sua maioria estudantes. Era um alimento de baixo custo, feito em casa. Mais curioso, prossegui na pesquisa… A “verdadeira” cerveja é composta por água, cevada e lúpulo. Já a maioria das cervejas brasileiras é composta por milho e outros cereais maltados. De fato, o único elemento “comum” é a água, o restante é o “jeitinho” brasileiro para baratear o produto. Infelizmente percebo, como teólogo, a mesma lógica, quando se trata de religião. Somos uma nação cristã. Somos o maior país católico do mundo. Mas, com certeza, também o lugar onde mais surgem e se alastram novos movimentos religiosos.

As igrejas tradicionais e históricas (católica, luterana, presbiteriana, metodista, anglicana, batista) estão estagnadas ou perdendo fiéis. As “novas” igrejas brotam… E, como não há raiz (apego) se dividem em seguida, espalhando-se por todos os cantos. É óbvio… A fonte da fé cristã está na pessoa de JESUS, a água viva (João 4.13-14). É o elemento presente em todos os movimentos, históricos ou emergentes. Agora, os demais elementos que se agregam à “água viva” são bem sortidos, nada originais e barateados, a fim de se tornarem “populares”.

A água está ali. Mas, o que as pessoas de fato procuram é prosperidade material, cura, controle dos espíritos, fenômenos extraordinários… Quanto mais “milagrosa” é a igreja, quanto mais “carismático” é o pregador, mais atrai… Mas, Jesus, onde está? Vê-se muita placa de igreja… Vê-se pastor aqui, bispo ali, missionário lá, nome de gente como a gente. E, o nome que está acima de todo nome? Jamais se esqueça de que além (ou aquém) de JESUS não há salvação (Atos 4.12). Ele era um sujeito que vivia a simplicidade, não iludia, não enganava, antes ESCLARECIA as pessoas. Não se deixe enrolar… Siga o MESTRE!

 

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Por: Euclécio Schieck

 

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