ARTIGO – A conversão do Vieira!

Vieira odiava Almeida. A raiva crescia cada vez mais. Tudo começou numa reunião de homens na igreja. Almeida chamou Vieira de molenga. Era um assunto banal. Mas, tal palavra machucou fundo o coração do Vieira, que ficou quieto e começou a alimentar o ódio. Vieira evitava as atividades comunitária em que Almeida estava. Caso se encontrassem, ficava longe. Não cumprimentava, nem chegava perto. Ele disfarçava. Ninguém sabia de tal dor e raiva. Acontece que, certa manhã de Culto, o pastor pregou sobre o amor. Amem a Deus de todo coração. Até aí tudo bem… Amem a si mesmos para poderem amar o semelhante. Opa… Aí começou a entrar areia na engrenagem.

Quer dizer, então que, se não amar o Almeida é porque não me amo. Pensou um pouco mais e entendeu que tal ódio sequer atingia o Almeida, mas corroía seu próprio coração. Tirava o seu sono. Criava transtornos à sua participação na Comunidade. Em seguida, conseguiu prestar atenção de novo na pregação do pastor. Bem… Aí ouviu: Não é possível dizer: “Eu amo a Deus” se odeio o meu semelhante, pois é uma relação “mentirosa” (1 João 4.20). Naquela manhã Vieira participou da Ceia de uma maneira diferente, que nunca havia sentido antes. Ele resolveu perdoar a palavra mal dita no passado. Resolveu deixar de lado a raiva com o Almeida. E, o milagre aconteceu… Na saída do templo, Almeida veio ao encontro do Vieira. Ele disse: Tenho uma novidade! Vou ser papai. Depois de alguns anos, minha esposa engravidou. Quero que você e sua esposa sejam padrinhos. Você topa? Daquele dia em dia, tudo ficou muito, muito diferente.

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Por: Euclécio Schieck

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